Comercial

A mentalidade empreendedora

Lavin Jane D’Souza, cliente comercial da Monese, fala sobre como adotar a mentalidade de um empreendedor global.

por Sophie em 17 maio 2019
A mentalidade empreendedora

Nós lançamos as contas comerciais em outubro de 2018, e estamos rapidamente recepcionando uma base de pequenas empresas registradas no Reino Unido. Oferecendo abertura de conta em dois dias, pagamentos domésticos gratuitos, transferências internacionais a baixo custo, além de uma conta pessoal agrupada com cartão de débito sem contato grátis, a conta comercial da Monese é perfeita para empresários novos e experientes que buscam uma experiência digital de primeiro nível.

Em uma inédita e empolgante série de publicações no blog, fizemos as perguntas mais difíceis aos nossos clientes comerciais. O que significa começar seu próprio negócio? Quais são alguns dos maiores desafios que precisaram ser enfrentados? De que forma os serviços bancários comerciais ajudam ou atrapalham seu crescimento? Uma grande variedade de empresas utiliza nossas contas, e estamos ansiosos para aprender com os sucessos e fracassos delas em relação ao estabelecimento de seus negócios.

Lavin Jane D’Souza, diretora da Marily London, foi a primeira a ser entrevistada. A Marily London é uma nova consultoria de gestão, fundada recentemente, em dezembro de 2018. Ela tem como foco ajudar pequenas empresas com seus processos de RH e capacidades de gestão, oferecendo treinamentos e workshops a funcionários em cargos de liderança. Considerando-se sua linha de trabalho e sua função como diretora da empresa, Lavin ofereceu diversos insights sobre como as pequenas empresas podem obter sucesso em um mercado competitivo.

Minha transição começou há alguns anos. Precisei fazer uma mudança mental, do mundo corporativo ao trabalho autônomo. Não foi fácil – tive que aprender a funcionar por conta própria.

Lavin trabalhou previamente como consultora da Marily nos Emirados Árabes Unidos, antes de estabelecer o negócio no Reino Unido. Sua transição de consultora para empreendedora, no entanto, foi um processo longo: “Minha transição começou há alguns anos. Precisei fazer uma mudança mental, do mundo corporativo ao trabalho autônomo. Não foi fácil – tive que aprender a funcionar por conta própria”. Seu processo foi incremental: “Participei de workshops, conferências e exposições adicionais em diferentes mercados. Fui expandindo meus horizontes, entendendo como essas indústrias funcionavam, e conversando com as pessoas sobre como elas começaram seus negócios.”

As empresas preferem que você tenha feito negócios no Reino Unido, e não internacionalmente. Elas querem prova social

As pessoas são o foco principal de Lavin, tanto em termos de seu desenvolvimento próprio quanto na questão da gestão de sua empresa. Ela falou sobre o poder do networking e a respeito de como a confiança, principalmente para empresas estrangeiras, pode ser uma das maiores barreiras: “As empresas preferem que você tenha feito negócios no Reino Unido, e não internacionalmente. Elas querem prova social”. Ela supera isso através de uma abordagem pessoal: “Empresas são baseadas em relacionamentos. No final das contas, todos são seres humanos. Se você as abordar de maneira amistosa, as pessoas acabam se abrindo”.

Embora continue enfrentando desafios por ser uma estrangeira que abriu seu próprio negócio, Lavin foi rápida para exaltar as virtudes do Reino Unido como polo comercial: “O Reino Unido é o centro dos negócios – trata-se de um local muito dinâmico. Por isso, muitas empresas são criadas diariamente”. Ao analisar os detalhes do processo, ela comentou: “Começar um negócio é fácil – o processo inteiro no Reino Unido é muito ágil. Não há burocracia”.

A menos que possua uma conta municipal, contas de água e de luz, você não pode abrir uma conta bancária. Eu não tenho histórico de crédito. Na verdade, a Monese me ajudou em ambos os aspectos (pessoal e comercial).

O acesso a financiamento para estrangeiros continua sendo um grande desafio para clientes como Lavin. Quando questionada sobre os desafios que enfrentou até o momento, os serviços bancários foram o primeiro aspecto apontado: “A menos que possua uma conta municipal, contas de água e de luz, você não pode abrir uma conta bancária. Eu não tenho histórico de crédito. Na verdade, a Monese me ajudou em ambos os aspectos (pessoal e comercial)”. Ao refletir sobre os problemas enfrentados por grande quantidade dos nossos clientes, Lavin expressou o peso desse dilema da conta bancária: “Não possuir conta bancária e possuir uma conta são histórias totalmente diferentes”, referindo-se à sua incapacidade de acessar crédito e outros serviços essenciais sem uma conta corrente.

Os clientes comerciais da Monese enfrentam grandes desafios diariamente – especialmente se forem cidadãos estrangeiros administrando empresas transfronteiriças. O que Lavin deixou claro é a importância de se possuir a mentalidade certa para enfrentar os desafios de abrir um novo negócio em um novo país. Seu senso de otimismo e seu desejo de aprender são algo que parece conduzir o sucesso de Lavin. Como também somos empreendedores na Monese, adoramos aprender com as pessoas que enfrentam as mesmas dificuldades, e nos orgulhamos da capacidade de derrubar algumas das barreiras presentes no caminho para o sucesso delas. Será interessante ver clientes como Lavin transformando seus negócios em empresas escaláveis.

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Sophie Product Marketing Manager
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